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Gambás-de-orelha-preta são resgatados e reabilitados no Rio de Janeiro

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Gambás-de-orelha-preta são resgatados e reabilitados no Rio de Janeiro

Equipes realizaram o resgate, avaliação e soltura de gambás-de-orelha-preta no Rio de Janeiro, garantindo cuidados essenciais para a recuperação dos animais. Na última semana, um filhote de gambá-de-orelha-preta foi resgatado dentro de um parque e encaminhado ao Centro de Recuperação de Animais Silvestres (Cras), em Vargem Grande, para receber cuidados necessários até poder retornar à natureza. O animal não apresentava ferimentos ou escoriações no momento do resgate.


Posteriormente, uma fêmea de gambá e seus filhotes, resgatados em uma residência em Realengo, passaram por avaliações e foram levados ao Cras. Após o período de reabilitação, o grupo foi solto em um local seguro dentro da unidade de conservação.


O gambá-de-orelha-preta, também conhecido como saruê, é uma espécie endêmica da Mata Atlântica e comum nas unidades de conservação administradas pelo Inea. Pertence à família dos marsupiais e possui marsúpio, onde os filhotes completam seu desenvolvimento. Apesar de seu comportamento defensivo para proteger as crias, é inofensivo e se aproxima de áreas urbanas em busca de alimento.


A alimentação da espécie é onívora, incluindo animais, carniças e frutos. Além disso, o gambá contribui para o controle de invertebrados como aranhas, escorpiões e carrapatos, e é resistente a toxinas, incluindo as de cobras peçonhentas, sendo um potencial predador de jararacas.


As ações de resgate e reabilitação reforçam o compromisso com a preservação da fauna local e a manutenção do equilíbrio ambiental nas unidades de conservação do Rio de Janeiro.




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