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Violência contra mulheres é constante histórica, de Joana d’Arc a casos recentes em Santa Catarina

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Violência contra mulheres é constante histórica, de Joana d’Arc a casos recentes em Santa Catarina

Desde 1431, quando Joana d’Arc foi julgada e condenada, até os assassinatos recentes de motoristas de aplicativo em Santa Catarina, a violência contra mulheres persiste como um padrão histórico.


Joana d’Arc enfrentava em 1431 a leitura de 70 acusações que sustentavam sua condenação, em um processo marcado por interesses políticos e religiosos. Ela foi executada na fogueira aos 19 anos, após liderar tropas francesas durante a Guerra dos Cem Anos e desafiar padrões rígidos da época.


Ao longo dos séculos, outras mulheres também sofreram perseguições e violência por romperem expectativas sociais, como Hipátia de Alexandria, Ana Bolena, Tituba e Rosa Luxemburgo. Esses episódios mostram que mulheres que ocupam espaços de destaque ou exercem autonomia enfrentam riscos maiores.


No presente, a violência contra mulheres continua evidente. Em Santa Catarina, duas motoristas de aplicativo foram assassinadas em menos de 48 horas enquanto trabalhavam. Alice Dresch, de 74 anos, desapareceu durante uma corrida e foi encontrada morta, e Silvana Nunes de Almeida de Souza, de 39, foi sequestrada, obrigada a fazer transferências bancárias e morta a tiros.


Esses casos, separados por mais de cinco séculos, evidenciam que a violência contra mulheres não é exceção, mas uma constante histórica que ainda se repete. A persistência desse padrão histórico reforça a necessidade de atenção e ações efetivas para combater a violência contra mulheres na sociedade atual.




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