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CPMI do INSS propõe indiciamento de Lulinha e mais 215 pessoas

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CPMI do INSS propõe indiciamento de Lulinha e mais 215 pessoas

O relatório final da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS foi iniciado na sexta-feira, 27, com a proposta de indiciamento de 216 pessoas por suspeitas de fraudes contra aposentados e pensionistas.


Entre os indiciados está o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula da Silva. O parecer foi apresentado pelo relator, deputado Alfredo Gaspar, e ainda precisa ser votado pelo colegiado.


O pedido de indiciamento de Lulinha baseia-se em depoimentos, relatórios do Coaf, diligências da Polícia Federal e decisão do ministro do STF André Mendonça. O relatório aponta que Lulinha teria mantido relação com o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.


Uma testemunha mencionou supostos pagamentos mensais de R$ 300 mil a Lulinha, que teria atuado como facilitador para interesses do grupo em órgãos como o Ministério da Saúde e a Anvisa, utilizando sua proximidade com o governo.


O relatório afirma que o dinheiro roubado de aposentados e pensionistas foi usado para beneficiar Lulinha, incluindo a compra de passagens de primeira classe e hospedagens de luxo na Europa, intermediadas por Roberta Luchsinger.


Além de Lulinha, o relatório solicita o indiciamento de outras figuras públicas e empresários, como o senador Weverton Rocha, o ex-ministro Carlos Lupi, o banqueiro Daniel Vorcaro e o lobista Careca do INSS. A votação do relatório deve ocorrer até sábado, 28, quando a CPMI encerra seus trabalhos.




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