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Câncer de intestino cresce 45% entre jovens e alerta para sintomas comuns

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Câncer de intestino cresce 45% entre jovens e alerta para sintomas comuns

Casos de câncer de intestino em pessoas com menos de 50 anos aumentaram quase 50%, desafiando crenças sobre idade e genética. A doença é o segundo tipo mais mortal na Austrália e o terceiro que mais mata no Brasil.


O câncer de intestino é um dos tipos mais letais, com alta incidência e mortalidade tanto na Austrália quanto no Brasil. No país oceânico, um em cada 16 habitantes será diagnosticado durante a vida, e mais de 5.200 pessoas morrem anualmente por conta da doença. No Brasil, é o segundo câncer mais frequente no aparelho digestivo e o terceiro que mais causa mortes. Personalidades como Preta Gil, Simony, Pelé e Roberto Dinamite foram vítimas da doença.


Apesar da crença comum de que o câncer de intestino afeta apenas pessoas acima de 50 anos e com histórico familiar, os casos em jovens têm crescido. Na Austrália, cerca de 12% dos diagnósticos anuais são em pessoas com menos de 50 anos, com um aumento estimado de 45% nas últimas três décadas. Os sintomas principais incluem sangue nas fezes, cólicas persistentes, perda de peso inexplicável, cansaço extremo, inchaço abdominal e alterações nos hábitos intestinais.


Os sintomas são semelhantes entre homens e mulheres, mas mulheres na perimenopausa ou gestantes podem confundir sangramentos e cólicas com menstruação, atrasando o diagnóstico. Nenhum sangramento deve ser tratado automaticamente como hemorroida, para evitar negligência de casos graves. O câncer colorretal geralmente se desenvolve a partir de pólipos no intestino grosso, com uma janela de prevenção de cinco a dez anos.


Fatores de risco modificáveis incluem obesidade, dietas ricas em carnes vermelhas e processadas, baixo consumo de fibras e sedentarismo. O diagnóstico é realizado por exames como pesquisa de sangue oculto nas fezes e colonoscopia. Quando detectado precocemente, a taxa de sucesso no tratamento chega a quase 99%, com cirurgia como principal método. Em estágios avançados, são indicados radioterapia ou quimioterapia. Diferentemente da Austrália, o Brasil ainda não possui programa nacional estruturado de rastreamento.


A detecção precoce é fundamental para o sucesso do tratamento do câncer de intestino, reforçando a importância de atenção aos sintomas e realização de exames preventivos.




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