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Partidos em Goiás avançam na formação de chapas para deputado federal com foco em cotas e estratégias eleitorais

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Partidos em Goiás avançam na formação de chapas para deputado federal com foco em cotas e estratégias eleitorais

As convenções partidárias em Goiás ocorrem entre julho e agosto, com prazo até meados de agosto para registro das candidaturas na Justiça Eleitoral. Os partidos devem cumprir a legislação que exige pelo menos 30% e no máximo 70% de candidaturas de cada gênero, visando ampliar a presença feminina na política.


O Tribunal Superior Eleitoral intensifica a fiscalização para evitar fraudes, como candidaturas femininas fictícias, com punições que incluem cassação de candidaturas, perda de mandatos e inelegibilidade. A regra vale para cargos proporcionais, como deputado federal, estadual e vereador.


Nas eleições proporcionais, o desempenho individual não garante vaga; é necessário que o partido alcance o quociente eleitoral, calculado pela divisão dos votos válidos pelo número de cadeiras. O quociente partidário define quantas cadeiras cada legenda terá inicialmente, e as vagas remanescentes são distribuídas pelas sobras eleitorais.


O advogado Samuel Balduíno explica que cada partido pode registrar até 100% do número de vagas mais um candidato, exemplificando que em Goiás, com 17 cadeiras, cada partido pode lançar até 18 candidatos. Além disso, o candidato deve obter pelo menos 10% do quociente eleitoral para ser eleito.


O deputado federal Ismael Alexandrino afirmou que o PSD trabalha para consolidar uma chapa forte em Goiás, com mulheres como Fátima Gavioli e apoio de lideranças locais, buscando uma chapa completa com 18 nomes. O partido respeita rigorosamente as cotas de gênero e espera eleger entre três e cinco deputados federais.




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