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Doze cidades com royalties do petróleo têm condições de vida abaixo da média

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Doze cidades com royalties do petróleo têm condições de vida abaixo da média

Das 50 cidades brasileiras que mais recebem royalties da produção de petróleo, 12 apresentam Índice de Condições de Vida abaixo da média nacional, que é 0,485. O estudo avaliou oito áreas socioeconômicas para compor o ranking, destacando que o petróleo é um recurso finito e os royalties ajudam a preparar os municípios para a possível queda de arrecadação futura.


O levantamento considerou dados de 2024 e analisou as condições em saúde, educação, infraestrutura, gestão, desenvolvimento econômico, finanças públicas, proteção social e meio ambiente. Entre as cidades que mais recebem royalties, Linhares (ES), Araucária (PR) e Resende (RJ) lideram a qualidade de vida, mesmo não estando entre as 15 maiores recebedoras da compensação financeira.


O estado do Rio de Janeiro concentra 37 das cidades que recebem royalties, seguido por São Paulo com seis e Espírito Santo com quatro. Apenas três municípios fora da região Sudeste estão entre os maiores recebedores: Pilar (AL), Araucária (PR) e Coari (AM), que possuem reservatórios terrestres ou refinarias importantes para a indústria do petróleo.


Maricá, no Rio de Janeiro, é a cidade que mais arrecadou royalties em 2024, com R$ 2,7 bilhões, seguida por Saquarema e Macaé, também no estado. Essas compensações são pagas pelas empresas de petróleo para as localidades impactadas pela exploração, como forma de mitigar os efeitos e preparar os municípios para a redução futura da atividade econômica.


A análise reforça a importância de utilizar os recursos dos royalties para promover o desenvolvimento sustentável nas cidades produtoras de petróleo.




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