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Copom avalia redução da Selic apesar da alta do petróleo

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Copom avalia redução da Selic apesar da alta do petróleo

O Comitê de Política Monetária do Banco Central realiza a segunda reunião do ano com expectativa de redução da taxa Selic, atualmente em 15% ao ano. A decisão ocorre em meio à pressão dos preços dos combustíveis causada pela guerra no Oriente Médio, que pode influenciar o tamanho do corte dos juros.


A taxa Selic está no maior nível desde julho de 2006, após sete elevações consecutivas entre setembro de 2024 e junho de 2025. Nas últimas quatro reuniões, a Selic permaneceu estável em 15% ao ano. A decisão sobre a taxa será anunciada no início da noite desta quarta-feira, com o Copom desfalcado devido ao término dos mandatos de dois diretores, cujos substitutos ainda não foram indicados pelo presidente da República.


Apesar do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, a expectativa é que o Copom realize o primeiro corte dos juros em dois anos. Antes do início do conflito, a previsão era de uma redução de 0,5 ponto percentual, mas a incerteza gerou apostas por um corte menor ou adiamento da decisão. A ata da reunião de janeiro já indicava a intenção de iniciar a redução da Selic em março.


A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15, acelerou para 0,7% em fevereiro, pressionada por gastos com educação. No acumulado em 12 meses, a inflação recuou para 3,81%, ficando abaixo do teto da meta contínua estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, que é de 4%. A Selic é o principal instrumento do Banco Central para controlar a inflação e influenciar as demais taxas de juros da economia.


A decisão do Copom sobre a Selic será divulgada nesta quarta-feira, definindo o próximo passo da política monetária no cenário econômico atual.




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