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Polícia Científica de Goiás detalha perícia sobre morte de empresária após procedimento estético

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Polícia Científica de Goiás detalha perícia sobre morte de empresária após procedimento estético

O corpo de Isabel Cristina Oyama Jacinto Gonzaga foi examinado pelo Instituto Médico Legal (IML) de Goiânia às 15h50 do domingo, 8, e liberado às 19h do mesmo dia. O prazo médio para divulgação do laudo é de 15 dias,.


A apuração da causa da morte segue o fluxo técnico padrão das perícias médico-legais, iniciando pelo exame cadavérico feito a olho nu pelo médico legista. No caso de Isabel, foram solicitados exames complementares de tomografia computadorizada e anatomopatológico para análise detalhada de vísceras e fragmentos de pele.


O exame anatomopatológico pode identificar eventual injeção de substância exógena, e as perícias demandam tempo para processamento, análise e estudo do material, respeitando prazos legais para conclusão.


Isabel passou por procedimento estético em 10 de fevereiro em clínica no Setor Marista, Goiânia, para remodelação dos glúteos com uso de polimetilmetacrilato (PMMA). Durante a drenagem pós-operatória, apresentou sinais de hemorragia interna, mas a clínica não solicitou exames nem prescreveu medicação, alegando que os sintomas não estavam ligados ao procedimento.


Nos dias seguintes, a empresária teve piora com vômitos, dores abdominais e arritmia cardíaca, sendo atendida em unidade de saúde em Anápolis nos dias 6 e 7, e transferida para o Centro Hospitalar Ânima, onde faleceu no dia 8.


O Instituto de Longevidade, responsável pelo procedimento, afirmou que Isabel foi submetida a dois procedimentos distintos: correção glútea com PMMA, sem intercorrências, e subcisão para correção de celulite, após a qual houve processo infeccioso e hemorrágico. A clínica negou nexo causal entre as complicações e o PMMA, atribuindo os eventos ao.


A unidade informou que a paciente recebeu antibióticos e Transamin, mas condições pré-existentes como diabetes, hipertensão e reposição hormonal teriam contribuído para a formação de coágulos, embolia e infarto. A conduta da médica responsável está sendo analisada internamente.


Isabel era mãe do vereador Júnior Gonzaga, de Leopoldo de Bulhões, que decretou três dias de luto oficial após a confirmação da morte.




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