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Alckmin defende apuração rigorosa no escândalo do Banco Master

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Alckmin defende apuração rigorosa no escândalo do Banco Master

O vice-presidente Geraldo Alckmin pediu investigação e punição rigorosas para os envolvidos no escândalo do Banco Master, que causou prejuízos bilionários. Ele destacou que o governo garante total liberdade à Polícia Federal para apurar o caso e reforçou a necessidade de fortalecer as instituições de controle.


Alckmin afirmou que a fraude no Banco Master não é recente e que já há evidências de envolvimento de pessoas dentro do Banco Central, responsável pela fiscalização do sistema financeiro. Ele ressaltou que a apuração deve ser rigorosa e que os responsáveis precisam ser punidos. O vice-presidente também enfatizou a importância de aprimorar os instrumentos de controle para evitar que casos semelhantes ocorram no futuro.


O vice-presidente confirmou que deixará o cargo de ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio no dia 2 de abril para cumprir a legislação eleitoral, que exige afastamento de cargos executivos para disputar eleições. Ele continuará exercendo a vice-presidência enquanto define seu futuro político. A data limite para a desincompatibilização é 4 de abril, e Alckmin garantiu que cumprirá a lei rigorosamente. O foco agora recai sobre os encaminhamentos formais.


Sobre os efeitos econômicos da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, Alckmin avaliou que o Brasil será menos afetado por depender mais do comércio com China, União Europeia, Argentina e Estados Unidos, que estão distantes do conflito. No entanto, ele reconheceu que o aumento do preço do petróleo já impacta o custo da gasolina e do diesel no país.


O vice-presidente cumprirá a desincompatibilização do ministério até 2 de abril para participar das eleições de outubro.




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