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Davi Alcolumbre mantém quebra de sigilos de Lulinha determinada pela CPMI do INSS

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Davi Alcolumbre mantém quebra de sigilos de Lulinha determinada pela CPMI do INSS

O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, decidiu manter a validade da decisão da CPMI do INSS que determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.


A decisão foi anunciada durante sessão plenária após análise de um parecer da Advocacia do Senado, que rejeitou o recurso apresentado pela base governista para anular os requerimentos aprovados na semana anterior.


No recurso, o governo alegava que a contagem de votos feita pelo presidente da comissão, senador Carlos Viana, teria sido equivocada e que a base possuía votos suficientes para barrar a medida, mas Alcolumbre afirmou que os argumentos não foram suficientes para confirmar a suposta violação das normas regimentais e constitucionais.


A quebra de sigilos foi aprovada em 26 de abril, em sessão marcada por intensos debates e confusão, com votação simbólica realizada por Carlos Viana, que contabilizou sete votos contrários, desconsiderando suplentes, enquanto o governo alegava ter 14 votos contra a medida.


Alcolumbre destacou que mesmo considerando os nomes apontados pelo governo, o resultado final não seria alterado, mantendo a maioria favorável às investigações, e Carlos Viana negou irregularidades na condução dos trabalhos.


A CPMI investiga um suposto vínculo entre Lulinha e o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, e apura se Fábio Luís atuava como sócio oculto em negócios na área da saúde com o governo federal, incluindo um projeto para fornecimento de cannabis medicinal ao Ministério da Saúde.




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