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Governo federal conclui reforma ministerial com saída de 16 ministros para eleições

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Governo federal conclui reforma ministerial com saída de 16 ministros para eleições

O governo federal finalizou nesta sexta-feira, 3, a reforma ministerial mais profunda do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com a publicação de uma edição extra do Diário Oficial da União (DOU).


No total, 16 ministros e ministras deixaram seus cargos para cumprir o prazo legal de desincompatibilização exigido pela Justiça Eleitoral, visando disputar as eleições deste ano.


Entre os nomes que saíram estão o vice-presidente Geraldo Alckmin, que deixou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços para tentar reeleição à vice-presidência, e Gleisi Hoffmann, que deixou a Secretaria de Relações Institucionais para concorrer ao Senado pelo Paraná.


O governo promoveu o remanejamento de André de Paula, que deixou o Ministério da Pesca e Aquicultura para assumir o Ministério da Agricultura e Pecuária, substituindo Carlos Fávaro, que saiu para disputar o Senado pelo Mato Grosso.


Para evitar a paralisação da máquina pública durante o período eleitoral, o governo nomeou secretários-executivos como ministros interinos ou definitivos em várias pastas, como Miriam Belchior na Casa Civil e George Santoro nos Transportes.


Todas as exonerações foram concluídas até o prazo limite de 3 de abril de 2026, respeitando o período de seis meses de desincompatibilização antes das eleições.




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