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Laudo toxicológico aponta drogas em corpo de capitã encontrada morta em Belo Horizonte

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Laudo toxicológico aponta drogas em corpo de capitã encontrada morta em Belo Horizonte

Exame realizado após a morte da capitã Michele Leão Azevedo identificou presença de ecstasy e anfetamina, mas não esclareceu a causa do óbito.


O laudo toxicológico feito a partir de uma amostra de urina coletada três dias após a morte da capitã Michele Leão Azevedo revelou a presença de metilenodioxianfetamina (MDA), metilenodioximetanfetamina (MDMA), principal componente do ecstasy, além de anfetamina.


O ecstasy é uma droga sintética ilícita com efeitos estimulantes e alucinógenos, capaz de provocar euforia, aumento da energia, sensação de empatia e alterações na percepção. A anfetamina atua como estimulante do sistema nervoso central, elevando o estado de alerta e acelerando a atividade cerebral.


Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o sargento Eduardo Abner carregou a esposa nos ombros até o carro. A equipe médica suspeitou da versão apresentada pelo militar, pois a morte teria ocorrido entre quatro e seis horas antes da chegada ao hospital.


O corpo da capitã apresentava múltiplas lesões, incluindo traumatismo craniano, ferimentos na testa, lesões nas pernas e marcas compatíveis com chicoteamento.


A Polícia Civil continua apurando o caso e aguarda a conclusão dos demais laudos periciais para esclarecer a dinâmica dos fatos e a causa da morte da capitã Michele Leão Azevedo.




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