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Cirurgia plástica em adolescentes exige avaliação física e emocional para evitar decisões motivadas por pressão estética

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Cirurgia plástica em adolescentes exige avaliação física e emocional para evitar decisões motivadas por pressão estética

Apesar disso, médicos reforçam que esses procedimentos não devem ser encarados como uma simples questão de beleza, mas como tratamentos indicados apenas em situações específicas. Ao, a cirurgiã plástica Viviane Borba Campos, especialista em Cirurgia Plástica pelo Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás (UFG) e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), explica que a indicação depende de uma avaliação individualizada.


" Avaliação psicológica pode ser necessária Quando o médico percebe que o adolescente deposita expectativas irreais na cirurgia, o acompanhamento psicológico pode ser mais importante do que o procedimento em si. "Em alguns casos, percebemos que o adolescente acredita que a cirurgia resolverá todos os problemas da vida ou que existe algum transtorno emocional associado.


Nessas situações, o acompanhamento psicológico pode ser tão ou mais importante do que a cirurgia.


Cada cirurgia tem uma idade adequada A idade mínima para realização de cirurgias plásticas varia tipo de procedimento e o estágio de desenvolvimento físico do paciente. "Realizar essa cirurgia na infância pode evitar episódios de bullying e sofrimento psicológico durante a adolescência", diz.




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