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O Emo não morreu: como a cena atual está redefinindo o rock em Salvador

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O Emo não morreu: como a cena atual está redefinindo o rock em Salvador

Franja lateral cobrindo um dos olhos, cabelo tingido, calça skinny, camiseta preta de banda. Muita gente, durante anos, repetiu a mesma frase, quase como sentença: emo não é rock.


Só que a cena não parou de tocar, e em Salvador ela nunca parou de verdade. A capital baiana tem uma tradição de rock alternativo que remonta ao início dos anos 2000, quando portais e produtoras locais já cobriam bandas de fora e revelavam nomes daqui.


Hoje o emo ganhou nova cara e um endereço fixo: o Rio Vermelho, point de quem enche pubs como o bar 141 para ver bandas locais e visitantes dividirem o mesmo palco, com produtoras dedicadas e um público crescente. O recado deste grupo é simples e direto: o emo não morreu, ele amadureceu, e trouxe consigo novas distorções.


Emo, gótico, punk, metal, pop punk: para o público de fora, tudo é "farofa" da mesma tribo alternativa.




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