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O deserto de ideias de Rogério Ceni: o Bahia voltou mais preguiçoso do que nunca

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O deserto de ideias de Rogério Ceni: o Bahia voltou mais preguiçoso do que nunca

O período ideal para Rogério Ceni ajustar os ponteiros, recuperar fisicamente o elenco e desenhar alternativas táticas para um time que já dava claros sinais de estafa e previsibilidade. No entanto, o amistoso contra o Fluminense, com uma derrota apática por 2 a 0 em pleno Maracanã, funcionou como um choque de realidade cruel: o Bahia não evoluiu um milímetrô sequer.


O ritmo segue moroso, o futebol continua modorrento e as velhas teimosias de Ceni parecem ainda mais cristalizadas. A verdade tática é incômoda, mas precisa ser dita: o Bahia hoje é um time sem repertório, r efém de individualidades e taticamente estéril.


O "vazio" no meio-campo: Jean Lucas e Caio Alexandre em outra rotação O que aconteceu com a dupla que encantou o Brasil no ano passado? Jean Lucas e Caio Alexandre hoje jogam em uma rotação de câmera lenta que beira a apatia.


Não são nem a sombra dos meio-campistas dinâmicos, intensos e combativos que ditaram o ritmo do Esquadrão. Caio Alexandre perdeu a capacidade de ditar o tempo do jogo; seus passes laterais não quebram linhas e apenas atrasam a transição ofensiva.




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