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TJES aumenta pena para 51 anos de prisão por assassinato de enfermeira grávida em Alfredo Chaves

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TJES aumenta pena para 51 anos de prisão por assassinato de enfermeira grávida em Alfredo Chaves

Cleilton Santana dos Santos teve a pena aumentada pelo Tribunal de Justiça do Espírito Santo após recursos apresentados contra sua condenação pelo assassinato da enfermeira Íris Rocha, de 30 anos, que estava grávida de oito meses. A decisão modificou o cálculo da pena, que passou de 37 anos para 51 anos e três dias de reclusão.


O réu foi condenado inicialmente em dezembro de 2025, no Fórum de Alfredo Chaves, pelos crimes de homicídio qualificado, feminicídio, aborto sem consentimento da gestante, ocultação de cadáver e concurso material. O Tribunal manteve as condenações, mas reconheceu agravantes que justificaram o aumento da pena, especialmente em relação ao feminicídio.


Entre os fatores que agravaram a pena estão a premeditação do crime, o fato de a vítima estar no terceiro trimestre da gestação, o deslocamento da enfermeira para um local isolado antes do assassinato e o uso de cal sobre o corpo para dificultar a localização e acelerar a decomposição.


Íris Rocha foi assassinada em 11 de janeiro de 2024, em Alfredo Chaves, no Sul do Espírito Santo. Ela estava grávida de oito meses de uma menina que se chamaria Rebeca.


Cleilton foi preso cerca de uma semana após o crime, na BR-262, em Viana. Durante a investigação e a fase processual, negou envolvimento, mas confessou o assassinato pela primeira vez durante o julgamento no Tribunal do Júri. Íris deixou um filho, que passou a ser criado pela avó após o feminicídio.




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