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Com mais de 30 mil cavernas no Brasil, pesquisadores testam impactos do turismo; Goiás concentra 1,1 mil delas

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Com mais de 30 mil cavernas no Brasil, pesquisadores testam impactos do turismo; Goiás concentra 1,1 mil delas

Pesquisadores brasileiros estão desenvolvendo metodologias inéditas para avaliar os efeitos da visitação em ambientes subterrâneos. O trabalho começou no Parque Nacional da Furna Feia, no Rio Grande do Norte, e integra o Plano de Ação Nacional para a Conservação do Patrimônio Espeleológico, coordenado pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas do ICMBio.


O país possui mais de 30 mil cavernas registradas e estima-se que o número possa ultrapassar 300 mil. O desafio é equilibrar o interesse turístico com a preservação de ecossistemas sensíveis.


As pesquisas buscam fornecer subsídios para definir quais áreas poderão ser abertas ou restritas ao público, apoiando políticas de conservação e gestão. Um dos diferenciais do estudo é a realização de simulações de visitação antes da abertura oficial ao turismo.


Essa prática, pouco comum no Brasil, deve ajudar a estabelecer parâmetros de manejo desde o início das atividades. Minas Gerais, estado com maior concentração de cavernas, também será contemplado com análises comparativas entre locais visitados e não visitados.




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