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Crime organizado em aluguel por temporada entra na mira de autoridades

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Crime organizado em aluguel por temporada entra na mira de autoridades

<p><p style="text-align: center;"><a class="" href=" <img src=" alt="Logo " style="height: 54px;"> </a></p><strong>Autoridades públicas monitoram se organizações criminosas estão usando o aluguel de imóveis por temporada para ocultar o patrimônio adquirido com práticas ilícitas, como o tráfico de drogas e armas, e, as…


<p><p style="text-align: center;"><a class="" href=" <img src=" alt="Logo " style="height: 54px;"> </a></p><strong>Autoridades públicas monitoram se organizações criminosas estão usando o aluguel de imóveis por temporada para ocultar o patrimônio adquirido com práticas ilícitas, como o tráfico de drogas e armas, e, assim, obter uma nova fonte de renda aparentemente legítima. </strong><img src=" style="width: 1px; height: 1px; display: inline;" /><img src=" style="width: 1px; height: 1px; display: inline;" /></p> <p>a maquiagem financeira utilizando a locação temporária por aplicativos desafia os órgãos de fiscalização, operando em um "ponto cego" que permite aos criminosos lavar o dinheiro obtido ilicitamente.


</p> <p><h3>Notícias relacionadas: </h3><ul><li><a href=" e Deolane viram réus por lavagem de dinheiro do PCC. </a></li><li><a href=" da PF prende influenciadores envolvidos em lavagem de dinheiro. </a></li><li><a href=" da PF combate lavagem de dinheiro e evasão de divisas. </a></li></ul>No Rio Grande do Sul, policiais civis da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) investigavam a ação de um grupo suspeito de envolvimento em homicídios, tráfico e extorsão quando identificaram que os suspeitos tinham comprado imóveis no litoral norte do estado e estavam utilizando-os para faturar com o aluguel de curta temporada.


</p> <p>Para aprofundar a apuração, a Polícia Civil deflagrou, em maio de 2025, a chamada Operação Litus, que resultou na denúncia de 16 pessoas. Responsável pela apuração, o delegado Gustavo Bermudes, da Draco de Canoas (RS), explicou que parte dos imóveis que o grupo adquiriu com o dinheiro obtido com atividades criminosas estava registrada em nome da companheira do líder do suposto esquema, parte em nome de "laranjas".


O próximo passo depende dos atos oficiais previstos e dos comunicados dos órgãos envolvidos.




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