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Filho matou motorista da Polícia Civil para ficar com caminhonete, aponta investigação

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Filho matou motorista da Polícia Civil para ficar com caminhonete, aponta investigação

Antes do homicídio, Flávio também teria pedido um Pix de R$ 4 mil ao pai e, diante da resistência, decidiu executar o plano. No imóvel, rendeu a vítima e chegou a realizar uma transferência bancária de R$ 3 mil para sua própria conta.


Quando João Lourenço recusou entregar o veículo, foi baleado enquanto estava sentado. Depois enrolou o corpo em cobertas e lençóis da residência, colocou na carroceria da caminhonete e o levou para uma área próxima à saída para Trindade, onde ocultou o cadáver.


Caminhonete avaliada em R$ 90 mil era oferecida por R$ 15 mil Após o crime, Flávio e o comparsa seguiram para Bela Vista de Goiás com dois veículos.


"Ele estava com muita pressa de obter dinheiro e se desfazer de qualquer vestígio do crime", explicou João Paulo Ferreira Mendes. A negociação chegou a avançar, mas um possível comprador em Goiânia desconfiou do preço extremamente baixo e das circunstâncias envolvendo o veículo, desistindo da compra ao suspeitar que se tratava de produto de crime.




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