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Casa Branca defende veto a árbitro e membros do Irã na Copa

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Casa Branca defende veto a árbitro e membros do Irã na Copa

Nesta terça-feira, 9, Andrew Giuliani, diretor executivo da Força-Tarefa da Casa Branca para o Mundial, justificou a decisão do governo norte-americano de negar a entrada no país a integrantes da delegação iraniana e ao árbitro somali Omar Artan. Durante evento promovido pelo Atlantic Council, em Washington, Giuliani afirmou que as restrições adotadas não afetaram jogadores nem membros das comissões técnicas das seleções classificadas para o torneio.


Giuliani explicou que o governo busca equilibrar a realização segura da Copa do Mundo com os rígidos controles migratórios adotados pelo país. "Estamos buscando esse equilíbrio entre garantir que qualquer agente mal-intencionado que tente entrar no país sob o pretexto da Copa do Mundo não tenha acesso aos Estados Unidos", afirmou.


Árbitro somali barrado Um dos casos mais comentados envolve Omar Artan, de 34 anos. Ele havia sido escalado para atuar na Copa do Mundo e poderia se tornar o primeiro árbitro da Somália a apitar partidas do torneio.


Eleito árbitro do ano pela Confederação Africana de Futebol em 2025, Artan teve sua entrada negada no aeroporto de Miami no último sábado. Questionado sobre o episódio, Giuliani evitou detalhar os motivos da decisão.




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