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Encontro de mulheres quilombolas reúne 500 lideranças em Brasília

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Encontro de mulheres quilombolas reúne 500 lideranças em Brasília

<p>Centenas de lideranças, ativistas e gestores públicos participam do Encontro Nacional de Mulheres Quilombolas que começa nesta quarta-feira (10), em Brasília. O Terceiro Encontro Nacional de Mulheres Quilombolas, no espaço Divino Paraíso. <img src=" style="width: 1px; height: 1px; display: inline;" /><img src=" sty…


<p>Centenas de lideranças, ativistas e gestores públicos participam do Encontro Nacional de Mulheres Quilombolas que começa nesta quarta-feira (10), em Brasília. O Terceiro Encontro Nacional de Mulheres Quilombolas, no espaço Divino Paraíso.


<img src=" style="width: 1px; height: 1px; display: inline;" /><img src=" style="width: 1px; height: 1px; display: inline;" /></p> <p>O evento, comandado pelo Coletivo de Mulheres da Conaq, Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas, reúne cerca de 500 lideranças de comunidades localizadas em 24 estados do país, além de representantes internacionais de vários países como Quênia, Senegal, Peru e Colômbia. </p> <p>No centro da programação o tema "Mulheres Quilombolas na defesa por justiça climática, por reparação e democracia: somos o começo, o meio e o começo!" e também os 30 anos da Conaq.


A ideia é abordar pautas, experiências e contribuições para unificar as estratégias contra os impactos das mudanças climáticas nos territórios tradicionais, além de combater as violências e buscar mecanismos que ampliem a participação política das mulheres quilombolas tanto no Brasil, quanto no exterior. </p> <p>Edna Paixão, representante do Quilombo Boavista, que fica em Afrânio, Pernambuco e membro da Conaq, espera que o encontro reforce a conscientização na necessidade do fortalecimento das políticas públicas para os Quilombos.


</p> <p><em>"A mensagem que a gente quer deixar para as sociedades e para os governantes que também passarão por aqui, é de que as nossas comunidades existem e resistem. E que a gente precisa apenas que as políticas públicas cheguem de fato e que sejam efetivadas na base, nos nossos territórios; porque saber fazer a economia, a gente sabe, porque as bases econômicas desse país foram construídas a partir da nossa força de trabalho".


O tema permanece no radar público e depende de confirmações oficiais sobre os próximos encaminhamentos.




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