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União Europeia restringe importação de carnes, peixe e mel do Brasil

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União Europeia restringe importação de carnes, peixe e mel do Brasil

<p>Carnes, tripas, peixe e mel produzidos no Brasil não serão mais importados pelos 27 países que compõem a União Europeia. <img src=" style="width: 1px; height: 1px; display: inline;" /><img src=" style="width: 1px; height: 1px; display: inline;" /></p> <p>A decisão de excluir o Brasil da lista de países autorizados…


<p>Carnes, tripas, peixe e mel produzidos no Brasil não serão mais importados pelos 27 países que compõem a União Europeia. <img src=" style="width: 1px; height: 1px; display: inline;" /><img src=" style="width: 1px; height: 1px; display: inline;" /></p> <p>A decisão de excluir o Brasil da lista de países autorizados a exportar esses produtos para os países do bloco europeu foi confirmada em um documento publicado no Diário Oficial da União Européia nesta sexta-feira, 5 de junho, e deve entrar em vigor a partir do próximo dia 3 de setembro.


</p> <p>o veto não significa necessariamente que a carne brasileira esteja contaminada por medicamentos, mas porque o Brasil não conseguiu comprovar que seus produtores atendem algumas das exigências sanitárias europeias, especialmente que não utilizam, ao longo de toda a cadeia produtiva, medicamentos antimicrobianos para tratar e prevenir infecções em animais. </p> <p>Em abril deste ano, o governo brasileiro proibiu parte dos antimicrobianos usados para estimular o crescimento e aumentar a produtividade animal, mas a União Europeia avaliou que ainda faltam garantias adicionais.


</p> <p>A União Europeia é um dos principais mercados para as proteínas animais brasileiras. No caso da carne bovina, o bloco europeu aparece entre os maiores destinos das exportações brasileiras em valor.


</p> <p>Para voltar à lista dos países autorizados a vender os produtos vetados, o Brasil precisará comprovar que cumpre integralmente as regras europeias durante todo o ciclo de vida dos animais exportados. </p> <p>Para isso, o país pode ampliar ainda mais as restrições legais aos medicamentos ou criar mecanismos mais rígidos de rastreabilidade para provar que os produtos exportados não utilizam as substâncias proibidas na Europa.


O tema permanece no radar público e depende de confirmações oficiais sobre os próximos encaminhamentos.




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