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Lula defende cultura como política de Estado e critica privatizações

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Lula defende cultura como política de Estado e critica privatizações

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou no Rio de Janeiro que a promoção da cultura deve ser uma política de Estado para garantir sua continuidade. Ele lançou o streaming público e gratuito Tela Brasil, destacando a importância da cultura para ampliar horizontes e criticou as privatizações realizadas pelo governo anterior.


Durante o lançamento do Tela Brasil, plataforma de audiovisual brasileiro, Lula ressaltou que políticas culturais não podem depender apenas de governos, pois são facilmente retiradas. Ele destacou que o Brasil já conta com 16 mil Pontos de Cultura, projetos financiados pelo Ministério da Cultura e executados por entidades públicas e não governamentais.


O presidente criticou a privatização da BR Distribuidora e da Liquigás, ocorridas em 2020 e 2021, e questionou os benefícios para a população. A venda dessas empresas prejudicou o controle dos preços dos combustíveis e do gás, dificultando medidas para conter a alta dos preços diante da guerra no Irã.


Lula também falou sobre a cooperação educacional entre universidades federais brasileiras e países africanos, além de anunciar a inauguração, em junho, das novas instalações da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), em Foz do Iguaçu. Ele defendeu convênios internacionais e cursos a distância para ampliar o acesso ao conhecimento.


O presidente convidou a população a participar de uma revolução cultural para que o Brasil seja dono de sua história e de seu futuro.




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