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Julgamento do caso Henry Borel retoma com testemunhas de defesa

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Julgamento do caso Henry Borel retoma com testemunhas de defesa

O julgamento do assassinato do menino Henry Borel foi retomado com as testemunhas de defesa de Monique Medeiros neste sábado, no sexto dia do Tribunal do Júri. A mãe de Henry e o ex-vereador Dr. Jairinho respondem pelo crime que chocou o Rio de Janeiro.


Na sexta-feira, os jurados concluíram os depoimentos das testemunhas de acusação, com o pai de Henry, Leniel Borel, encerrando seu relato às 4h15 da madrugada. Ele afirmou que passou a acreditar na possibilidade de premeditação do crime após receber novas informações durante a investigação. Leniel também relatou que, em uma ocasião, o menino de quatro anos demonstrou nervosismo extremo e chegou a sentir ânsia de vômito ao ser deixado com a mãe.


O advogado da acusação, Cristiano Medina, destacou o depoimento dos médicos-legistas, que confirmaram que Henry morreu em decorrência das agressões sofridas. Ele ressaltou que os laudos científicos indicam que as lesões ocorreram enquanto o menino estava sob os cuidados do casal acusado.


A defesa de Jairinho argumentou que as lesões no fígado e a hemorragia foram causadas pelas manobras de ressuscitação realizadas após o incidente, tese rejeitada pelo médico legista Luiz Carlos Leal Prestes. Além disso, a defesa questionou a quantidade de laudos elaborados após a morte e o desaparecimento de um exame de raio-x que indicaria um pneumotórax.


O julgamento segue com a análise das provas e depoimentos para esclarecer as circunstâncias da morte de Henry Borel.




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