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Goiânia sai do ranking das 20 cidades mais violentas do Brasil, aponta Atlas da Violência

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Goiânia sai do ranking das 20 cidades mais violentas do Brasil, aponta Atlas da Violência

A capital goiana registrou uma taxa de 14,7 mortes por 100 mil habitantes, abaixo da média nacional de 20,1 mortes por 100 mil habitantes. Esse índice representa uma queda de 52,1% em relação a 2019, quando a cidade ocupava a 18ª colocação no ranking.


Goiânia é apontada como a quarta capital menos violenta do Brasil, ficando atrás apenas de Florianópolis, Brasília e Curitiba. O Atlas da Violência destaca a cidade como um dos principais casos de sucesso na redução da letalidade entre as capitais brasileiras, com a segunda maior diminuição na taxa de homicídios no país na última década.


A taxa de homicídios caiu 58,4% entre 2014 e 2024, passando de 44,2 para 18,4 mortes por 100 mil habitantes. Em 2024, foram registrados oficialmente 1.354 homicídios, número que sobe para uma taxa de 19,3 mortes por 100 mil habitantes ao considerar os homicídios ocultos estimados pelo estudo.


O estado registrou uma das maiores reduções absolutas no número de mortes violentas em 2024, com 229 casos a menos em relação ao ano anterior. A queda na violência foi observada em diferentes grupos sociais, como jovens de 15 a 29 anos, que tiveram redução de 67,8% na taxa de homicídios, alcançando 30 mortes por 100 mil jovens, uma das menores do país.


Entre as mulheres, a taxa caiu 62,5% na última década, chegando a 3,3 mortes por 100 mil habitantes em 2024. Apesar disso, o risco relativo de uma pessoa negra ser assassinada em Goiás é 2,1 vezes maior do que o de uma pessoa não negra, embora a taxa de homicídios desse grupo tenha caído 59,4%.


Idosos com mais de 60 anos também tiveram queda na taxa de homicídios, de 58,7% no período analisado. No entanto, o levantamento chama atenção para o aumento das mortes no trânsito, que subiram 22,3% entre 2019 e 2024, atingindo 25,8 óbitos por 100 mil habitantes. O suicídio entre adolescentes e jovens de 10 a 19 anos também cresceu 48,1%, chegando a 4 mortes por 100 mil habitantes em 2024.


O estudo aponta ainda altas taxas de notificações de violência contra pessoas com deficiência física e intelectual no estado.




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