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Casos de síndrome respiratória grave seguem altos em quase todo o Brasil

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Casos de síndrome respiratória grave seguem altos em quase todo o Brasil

O Boletim InfoGripe da Fiocruz revela que a síndrome respiratória aguda grave (SRAG) mantém níveis elevados em grande parte do país, especialmente devido ao vírus sincicial respiratório (VSR) que afeta crianças pequenas. A atualização considera o período de 10 a 16 de maio, destacando aumento de casos no Nordeste e Centro-Sul.


Todas as unidades federativas, exceto Rondônia, estão em alerta, risco ou alto risco para SRAG. No Paraná, Rio Grande do Sul e Tocantins, as hospitalizações por influenza A continuam crescendo, enquanto estados como Alagoas, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraíba, São Paulo e Sergipe apresentam casos altos, porém com sinais de interrupção.


Até o momento, foram registrados 63 mil casos de síndrome respiratória aguda grave no país. Destes, 29 mil tiveram resultado laboratorial positivo, 23 mil foram negativos e seis mil ainda aguardam resultado. O vírus sincicial respiratório é o principal responsável pelo aumento dos casos, especialmente entre crianças pequenas.


A Fiocruz mantém o monitoramento dos casos para orientar as medidas de saúde pública e proteger a população brasileira.




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