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Ministério de Portos e Aeroportos apresenta balanço da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação

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Ministério de Portos e Aeroportos apresenta balanço da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação

Para 2026, a Lei Orçamentária Anual prevê mais de R$ 540 milhões destinados ao setor de hidrovias, com recursos voltados para dragagem nos rios Amazonas, Madeira e Solimões, além da operação e manutenção de eclusas. Entre os projetos em andamento estão as obras de derrocamento do Pedral do Lourenço, no rio Tocantins, no Pará, e de Nova Avanhandava, no rio Tietê, em São Paulo.


O ministério também anunciou um investimento previsto de R$ 876 milhões para a ampliação do Terminal Hidroviário de Manaus. A agenda da secretaria inclui concessões hidroviárias nos rios Paraguai, Madeira, Tocantins e Tapajós, além da Lagoa Mirim, com leilões programados para o primeiro semestre de 2027.


No segmento da cabotagem, o programa BR do Mar, regulamentado em 2025, registrou a entrada de cinco novas empresas e 15 embarcações em operação.


O Fundo da Marinha Mercante aprovou R$ 88,1 bilhões entre 2023 e 2026, um aumento significativo em relação aos R$ 22,8 bilhões aprovados entre 2019 e 2022. Os contratos firmados também cresceram, passando de R$ 1,6 bilhão para R$ 14,3 bilhões no mesmo período.


Para o agronegócio, o avanço da navegação interior é relevante, pois hidrovias como Tocantins, Madeira, Tapajós e Paraguai fazem parte das rotas de escoamento de grãos, fertilizantes e outras cargas.


Os dados oficiais indicam expansão da infraestrutura e da movimentação aquaviária, mas os efeitos sobre frete, competitividade regional e capacidade de escoamento de produtos agropecuários dependerão da execução das obras, do cronograma das concessões e do detalhamento operacional de cada corredor.




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