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Melhora no cenário externo impulsiona bolsa e reduz dólar em meio à retomada da navegação no Estreito de Ormuz

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Melhora no cenário externo impulsiona bolsa e reduz dólar em meio à retomada da navegação no Estreito de Ormuz

A redução das tensões no Oriente Médio e a retomada da navegação no Estreito de Ormuz impulsionaram o Ibovespa, que teve o maior ganho diário desde abril, enquanto o dólar comercial recuou para R$ 5,003.


O Ibovespa avançou 1,77%, fechando aos 177.355 pontos, refletindo a melhora no cenário externo e a diminuição dos temores de uma escalada da crise no Oriente Médio, especialmente na região do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo.


Apesar da alta da bolsa, as ações da Petrobras recuaram, com os papéis ordinários caindo 3,85% e os preferenciais 3,23%, devido à forte queda do petróleo no mercado internacional, que registrou perdas superiores a 5% após a retomada parcial da navegação no Estreito de Ormuz e expectativas de um acordo diplomático entre Estados Unidos e Irã.


Empresas dos setores de mineração, bancos e varejo lideraram os ganhos do pregão, com destaque para CSN Mineração, que subiu 10,29%, Cury, com alta de 8,53%, e Lojas Renner, que avançou 7,77%.


O fluxo cambial no Brasil manteve-se positivo, com entrada líquida de US$ 3,027 bilhões na última semana, impulsionada principalmente pelo canal financeiro, acumulando saldo positivo de US$ 1,588 bilhão até 15 de maio.


O barril do petróleo Brent fechou cotado a US$ 105,02, com queda de 5,62%, enquanto o WTI recuou 5,7%, para US$ 98,26, refletindo a retomada da navegação no Estreito de Ormuz e a expectativa de um acordo diplomático, embora o mercado permaneça atento a possíveis novas tensões na região.




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