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Superpetroleiros retomam travessia no Estreito de Ormuz em meio a tensões

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Superpetroleiros retomam travessia no Estreito de Ormuz em meio a tensões

Três superpetroleiros voltaram a cruzar o Estreito de Ormuz após mais de dois meses parados devido à guerra envolvendo o Irã. A retomada acontece em meio a temores de novos ataques na região e negociações diplomáticas entre Estados Unidos e Irã.


As embarcações transportam cerca de seis milhões de barris de petróleo e retornaram ao Golfo Pérsico nesta quarta-feira. Donald Trump afirmou que dará uma chance às negociações com o Irã, sem pressa para encerrar o conflito, enquanto o parlamento iraniano declarou que o país não pretende ceder às pressões norte-americanas. Paralelamente, o Reino Unido anunciou um acordo comercial de US$ 5 bilhões com países do Golfo, incluindo Arábia Saudita, Catar e Emirados Árabes Unidos.


Nos Estados Unidos, o secretário de Estado Marco Rubio propôs uma nova relação com o povo de Cuba, criticando o governo cubano pela concentração de riqueza e crise econômica. Rubio anunciou um plano para enviar US$ 100 milhões em alimentos e medicamentos à população cubana por meio da Igreja Católica. A justiça americana tornou pública uma acusação criminal contra o ex-presidente cubano Raúl Castro relacionada à derrubada de aviões civis americanos em 1996.


China e Estados Unidos anunciaram avanços nas negociações para reduzir tarifas que afetam bilhões de dólares em produtos dos dois países. Os governos concordaram em discutir cortes recíprocos de tarifas e retomaram medidas de cooperação comercial, incluindo a reativação de registros para exportadores americanos de carne bovina e a compra de duzentas aeronaves da Boeing pela China. Essa trégua comercial ocorre desde o encontro entre Donald Trump e Xi Jinping em outubro do ano passado.


Na Europa, representantes do Parlamento Europeu e dos países da União Europeia fecharam um acordo provisório para implementar o pacto comercial negociado com os Estados Unidos. O acordo prevê que a União Europeia reduzirá tarifas sobre produtos americanos, enquanto os Estados Unidos manterão um teto de 15% para sobretaxas sobre mercadorias europeias. O compromisso ainda precisa passar pelas etapas finais de aprovação dentro da União Europeia.


As negociações comerciais e diplomáticas seguem em andamento, com impactos diretos nas relações internacionais e na economia global.




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