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Goiás já tem mais de 3 mil casos de sífilis em 2026, e gestantes somam 964 notificações

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Goiás já tem mais de 3 mil casos de sífilis em 2026, e gestantes somam 964 notificações

O estado de Goiás contabiliza 3.357 casos de sífilis adquirida nos primeiros meses de 2026, além de 964 casos em gestantes e 178 casos de sífilis congênita, transmitida da mãe para o feto.


Em 2025, Goiás registrou 12.091 casos de sífilis adquirida, 3.894 em gestantes e 712 de sífilis congênita, indicando uma tendência de crescimento da doença, tanto na população geral quanto entre gestantes.


O aumento dos casos é atribuído a fatores como maior oferta de testes, redução no uso consistente de preservativos, falhas ou abandono do tratamento, dificuldades no pré-natal adequado e condições sociais que dificultam o acesso aos serviços de saúde.


A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível curável, causada pela bactéria Treponema pallidum, sensível ao tratamento com penicilina, disponível gratuitamente no SUS. A transmissão ocorre principalmente por relações sexuais sem camisinha, transfusão de sangue ou da mãe para o feto.


A infecção durante a gravidez pode causar óbito fetal, abortamento, parto prematuro, baixo peso e sífilis congênita. Mais de 50% das crianças infectadas nascem assintomáticas, mas os sintomas costumam surgir nos primeiros três meses de vida, tornando a triagem sorológica no pré-natal essencial.


Os casos concentram-se nas regiões Central, Centro-Sul e Entorno do Distrito Federal, mas há registros em praticamente todas as regiões de saúde do estado, indicando interiorização da doença. A SES destaca a necessidade de ampliar testagem, diagnosticar precocemente, garantir tratamento oportuno e qualificar o pré-natal.




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