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Médico e advogada são alvos de operação por fraude para soltar detentos em SC

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Médico e advogada são alvos de operação por fraude para soltar detentos em SC

Uma operação deflagrada pelo Ministério Público de Santa Catarina investiga um esquema de fraudes com atestados médicos falsos para concessão de prisão domiciliar a detentos. A Operação Efeito Colateral mobilizou forças de segurança em diversas cidades de Santa Catarina e no Paraná, cumprindo mandados de prisão e busca e apreensão. A ação é coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas do Ministério Público de Santa Catarina e mira um esquema que envolvia a emissão de documentos falsos para justificar pedidos de prisão domiciliar.


As investigações apontam que uma advogada e um médico atuavam juntos para simular doenças graves em atestados, beneficiando detentos, muitos deles apontados como lideranças criminosas. Após conseguirem o benefício, alguns presos rompem tornozeleiras eletrônicas e passam a ser considerados foragidos.


Durante as buscas, foram encontrados arquivos com exames, receituários, atestados e conversas que indicam a articulação para montar diagnósticos falsos usados em processos judiciais. A Justiça autorizou buscas em residências e empresas ligadas aos suspeitos para reunir mais provas.


No cumprimento dos mandados, um dos alvos reagiu com disparos de arma de fogo, ferindo um policial militar que foi atendido e encaminhado ao hospital em estado estável. O nome da operação faz referência aos impactos negativos causados pelo uso indevido da medicina para fins ilegais, que distorcia decisões judiciais e enfraquecia o sistema de justiça.


O caso segue sob sigilo, e novas informações serão divulgadas.




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