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Trump perdoa invasores do Capitólio em decreto presidencial

g1.globo.com
Trump perdoa invasores do Capitólio em decreto presidencial

Donald Trump concedeu perdão presidencial a cerca de 1.500 pessoas acusadas pela invasão do Capitólio em 6 de janeiro de 2021, em um dos primeiros atos de seu governo iniciado em 2025. O decreto acompanha uma narrativa oficial republicana que descreve o ataque como um protesto pacífico e questiona a legitimidade das eleições de 2020.


O governo de Donald Trump lançou um oficial para celebrar o perdão concedido aos envolvidos na invasão do Capitólio, que completou cinco anos em 6 de janeiro. No endereço hospedado no domínio da Casa Branca, a administração republicana classifica o evento como um protesto pacífico e alega fraude nas eleições presidenciais de 2020, vencidas por Joe Biden. A apresenta uma linha do tempo na qual Trump teria incentivado os apoiadores a marchar pacificamente até o Capitólio para fazer suas vozes ouvidas.


taques contra os participantes. O documento atribui a ex-presidente da Câmara, Nancy Pelosi, a responsabilidade pelas falhas de segurança no Capitólio, alegando que ela ignorou avisos de inteligência e recusou ofertas de tropas feitas por Trump. Com esse cenário, a disputa se concentra em responsabilidades e alcance.


O governo republicano também acusa Pelosi de destinar cerca de US$ 20 milhões para um comitê partidário que teria como objetivo fabricar a narrativa de insurreição para impedir a reeleição de Trump. O comitê liderado por ela teria cometido violações éticas, como o treinamento de testemunhas e a deleção de mais de um terabyte de dados investigativos para ocultar evidências contrárias à sua dos fatos.


O ataque ao Capitólio ocorreu em 6 de janeiro de 2021, quando apoiadores de Trump tentaram reverter os resultados das eleições presidenciais. Parlamentares e jornalistas relataram tiros dentro do prédio, e militares da Guarda Nacional foram acionados para reforçar a segurança. Trump chegou a incentivar a marcha até o Capitólio, mas não participou dela, e posteriormente pediu que os extremistas deixassem o local, ressaltando a necessidade de paz e ordem.


Quatro pessoas morreram no dia da invasão, uma quinta no dia seguinte, e cerca de 140 policiais ficaram feridos. Desde então, quatro policiais que atuaram no incidente também morreram. O que observar agora é a repercussão do perdão presidencial e como a narrativa oficial do governo Trump pode influenciar a percepção pública sobre os eventos de 6 de janeiro.




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