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Espiritismo em Goiás tem raízes no século XIX e influenciou comunidades e cultura local

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Espiritismo em Goiás tem raízes no século XIX e influenciou comunidades e cultura local

O espiritismo foi introduzido em Goiás por volta de 1840, inicialmente na povoação do Bacalhau, próxima à cidade de Goiás. A doutrina chegou ao estado após se espalhar pelo Nordeste brasileiro, especialmente no Ceará.


Ana Xavier de Barros Tocantins foi a principal figura na chegada do espiritismo a Goiás, com outras mulheres como Maria Xavier de Barros, Valentina Brandão e Ana Jacinta do Couto Brandão desempenhando papéis fundamentais na consolidação dos primeiros grupos espíritas.


Homens também tiveram protagonismo nas décadas seguintes, entre eles José Malaquias do Nascimento, Luiz Marcelino de Camargo, Manoel Lopes de Ramos, Carvalho de Ramos e Antônio Cupertino de Barros.


O espiritismo expandiu-se para outras regiões do estado, como Anápolis e municípios do interior. Maria de Alencastro foi a primeira médium de Goiás, e a escritora Cora Coralina teve participação relevante no movimento, atuando como articulista do jornal Tribuna Espírita.


O primeiro centro espírita em solo goiano foi fundado em São João das Palmas, atual Tocantins. Palmelo e Caturaí também se destacaram, com Caturaí abrigando o Centro Espírita Antônio de Pádua e um sanatório espírita que atraiu moradores e visitantes.


Na cidade de Goiás, o Grupo Espírita Amigo dos Sofredores foi fundado em 24 de julho de 1927, marcando o início da organização formal do espiritismo local. Na década de 1930, durante a construção de Goiânia, operários realizavam reuniões espíritas que deram origem ao Centro Espírita Estudantes do Evangelho, base do movimento federativo no estado.




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