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Réus da maior chacina da história do Centro-Oeste são condenados a penas que chegam a quase 400 anos

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Réus da maior chacina da história do Centro-Oeste são condenados a penas que chegam a quase 400 anos

Após seis dias de julgamento e oitiva de 18 testemunhas, o Tribunal do Júri do Distrito Federal e Territórios, em Planaltina, condenou cinco réus por crimes relacionados à maior chacina da história do Centro-Oeste, que resultou na morte de dez pessoas da mesma família.


O Conselho de Sentença reconheceu a prática de homicídios qualificados, roubos, ocultação e destruição de cadáveres, sequestro, fraude processual, associação criminosa e corrupção de menor. As penas aplicadas variam de dois anos a 397 anos, oito meses e quatro dias de reclusão.


Gideon Batista de Menezes recebeu a maior pena, de 397 anos, oito meses e quatro dias de reclusão, além de um ano e cinco meses de detenção, sendo condenado por todos os crimes. Horácio Carlos Ferreira Barbosa foi condenado a 300 anos, seis meses e dois dias de reclusão, mais um ano de detenção, também por todos os crimes.


Carlomam dos Santos Nogueira teve pena de 351 anos, um mês e quatro dias de reclusão, mais 11 meses de detenção. Fabrício Silva Canhedo foi condenado a 202 anos, seis meses e 28 dias de reclusão, além de um ano de detenção, por crimes ligados à manutenção do cativeiro, mas não foi responsabilizado diretamente pelas mortes. Carlos Henrique Alves da Silva recebeu dois anos de reclusão por cárcere privado.


O crime ocorreu a partir de 28 de dezembro de 2022, na chácara da família, envolvendo o assassinato de dez pessoas, incluindo homens, mulheres e crianças, com extrema crueldade e uso de métodos brutais como queimaduras. A motivação foi a disputa pela posse de uma chácara de 5,2 hectares avaliada em R$ 2 milhões na região do Paranoá.




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