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Justiça concede soltura a empresários presos em operação da PF que investiga desvios de recursos na época da pandemia

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Justiça concede soltura a empresários presos em operação da PF que investiga desvios de recursos na época da pandemia

O desembargador Wilson Alves de Souza, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, concedeu liminar favorável para a soltura dos empresários Hilton Rinaldo Salles Piccelli, Roberto Leandro de Carvalho Garcia e Rudson Teodoro da Silva, presos em operação que investiga supostos desvios de recursos públicos em Goiás durante a pandemia.


Na decisão, o desembargador destacou que os elementos para justificar a prisão estão vinculados a fatos pretéritos, especialmente contratos públicos de 2020 e 2021, sem indicação de atos recentes que demonstrem risco atual de reiteração delitiva.


O advogado dos empresários, Roberto Serra da Silva Maia, afirmou que entrou com pedido de soltura na quinta-feira à noite após ter acesso ao processo, que possui mais de quatro mil páginas, apenas cinco minutos antes da audiência de custódia. O pedido inicial de revogação da prisão foi negado em primeira instância.


Os empresários estão presos em diferentes estados: um em Goiânia, outro em Palmas (TO) e outro no Amapá, e têm até 24 horas para serem soltos. A decisão impõe restrições, como proibição de contato entre eles e com outros investigados, e impedimento de exercer funções de administração em pessoas jurídicas relacionadas aos fatos investigados.


A Polícia Federal cumpriu 50 mandados na Operação Makot Mitzrayim e na Operação Rio Vermelho, que investigam desvios de recursos públicos por meio de quarteirização e superfaturamento em contratos de organizações sociais em Goiás, além de irregularidades na gestão de recursos para o enfrentamento da pandemia em hospital de campanha.




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