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STF analisa eleições diretas para governador do Rio de Janeiro

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STF analisa eleições diretas para governador do Rio de Janeiro

A Procuradoria-Geral da República defende eleições diretas para governador do Rio de Janeiro, após renúncia e condenação do ex-governador Cláudio Castro. A crise na sucessão estadual ocorre devido a cassações e renúncias dos substitutos previstos na linha de governo.


Cláudio Castro renunciou ao cargo na véspera do julgamento no Tribunal Superior Eleitoral, que o condenou por abuso de poder político e econômico na campanha de 2022. Com essa sentença, Castro ficará inelegível até 2030, abrindo espaço para nova eleição no estado.


A sucessão no governo do Rio de Janeiro enfrenta dificuldades porque os ocupantes que deveriam substituir Castro também foram cassados. O vice-governador Thiago Pampolha renunciou em 2025 para assumir vaga no Tribunal de Contas, e o presidente da Assembleia Legislativa, Rodrigo Bacellar, está preso por envolvimento com facções criminosas.


Diante dessa situação, o presidente do Tribunal de Justiça, Ricardo Couto de Castro, assumiu interinamente o governo do estado. O Tribunal Superior Eleitoral havia determinado que a eleição para governador até o fim do mandato fosse indireta, pela Assembleia Legislativa, mas o PSD recorreu ao Supremo Tribunal Federal para que a escolha fosse feita por voto direto da população.


O ministro Cristiano Zanin suspendeu as eleições indiretas e levou o caso ao plenário do STF, que se reunirá para decidir sobre o formato da eleição para o governo do Rio de Janeiro. A Procuradoria-Geral da República manifestou parecer favorável à realização de eleições diretas.


O Supremo Tribunal Federal deve definir em breve o formato da eleição para governador do Rio de Janeiro, garantindo a escolha.




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