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Setor industrial de Santa Catarina alerta para riscos da redução da jornada de trabalho

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Setor industrial de Santa Catarina alerta para riscos da redução da jornada de trabalho

Proposta de redução da jornada de trabalho no Brasil gera debate sobre impactos na produtividade e competitividade da indústria catarinense. O setor produtivo de Santa Catarina considera essencial a manutenção da jornada de 44 horas semanais para preservar a competitividade da indústria local, que concorre com países de maior produtividade. A flexibilização da jornada,.


O debate destaca o descompasso entre o Brasil e concorrentes globais, onde países como Alemanha, Dinamarca e Irlanda mantêm limites de até 48 horas semanais, e a Suíça permite até 50 horas em certos setores. A entidade defende que a legislação deve garantir a liberdade de negociação para que setores que necessitam da jornada de 44 horas possam mantê-la, respeitando as particularidades de cada mercado.


Projeções indicam que a redução compulsória da jornada, sem ganhos de produtividade, poderia causar impacto negativo no PIB brasileiro e elevar os custos operacionais, resultando em aumento dos preços ao consumidor e pressão inflacionária. Em Santa Catarina, a mudança elevaria o custo do trabalho em 11,4%, com potencial repasse desses custos para os preços finais ou redução de investimentos e empregos.


A entidade industrial entende que não há necessidade de alteração na lei vigente, defendendo a negociação coletiva como o melhor caminho para equilibrar os interesses de trabalhadores e empregadores.


O debate sobre a jornada de trabalho no Brasil permanece aberto, com a indústria catarinense enfatizando a importância da flexibilidade para garantir a competitividade e a sustentabilidade do setor.




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