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Mercados globais operam com cautela diante do prazo dos EUA para o Irã reabrir Estreito de Ormuz

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Mercados globais operam com cautela diante do prazo dos EUA para o Irã reabrir Estreito de Ormuz

Investidores aguardam decisão dos Estados Unidos sobre o Irã, enquanto o governo brasileiro anuncia medidas para conter impacto da alta dos combustíveis. O prazo estabelecido pelos Estados Unidos para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz mantém os mercados em compasso de espera. O Irã não demonstrou intenção de cumprir a exigência até o limite estipulado, e o governo americano ameaçou ataques à infraestrutura civil iraniana caso o prazo não seja cumprido. A tensão geopolítica na região do Golfo, crucial para o transporte global de petróleo, elevou o risco para investidores, que acompanham com cautela os possíveis desdobramentos, incluindo ações militares ou recuos por parte dos Estados Unidos.


Nas bolsas asiáticas, os índices fecharam em alta, enquanto os futuros nos Estados Unidos e na Europa registram queda. O preço do petróleo avança, os títulos do Tesouro americano sobem e o dólar mantém-se próximo da estabilidade. No Brasil, a tendência é de acompanhar o aumento da aversão ao risco no exterior, em um cenário de agenda econômica doméstica com poucos indicadores relevantes, destacando-se apenas a divulgação da balança comercial de março.


Em resposta à alta nos preços de energia provocada pelo conflito no Oriente Médio, o governo brasileiro anunciou um pacote de medidas para mitigar o impacto sobre os combustíveis. Entre as ações, está a criação de uma subvenção para a importação de diesel rodoviário e para o diesel produzido internamente, além da isenção de PIS/Cofins sobre o biodiesel, que compõe 15% da mistura do diesel vendido no país. Para o gás de cozinha, foi prevista uma subvenção para o GLP importado. O pacote inclui também novas linhas de crédito para companhias aéreas, visando reduzir os efeitos da alta dos combustíveis no setor.


O cenário de incertezas geopolíticas e econômicas mantém os mercados globais em alerta, enquanto o Brasil busca medidas para conter os impactos da alta dos preços de energia.




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