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Advogada argentina deixa o Brasil após acusação de injúria racial

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Advogada argentina deixa o Brasil após acusação de injúria racial

A advogada argentina Agostina Páez, acusada de injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema, já retornou ao seu país. A Justiça do Rio autorizou sua saída após pagamento de fiança e retirada da tornozeleira eletrônica, mas o processo continua em andamento.


O crime ocorreu em 14 de janeiro em um bar na Rua Vinícius de Moraes, zona sul do Rio de Janeiro. Agostina discutiu com funcionários por uma suposta cobrança indevida e usou termos pejorativos, incluindo a palavra "mono" que significa macaco em espanhol, além de imitar gestos do animal. As ações foram registradas por câmeras de segurança.


A advogada chegou a ser presa por algumas horas no dia 6 de fevereiro e foi liberada com a condição de usar tornozeleira eletrônica. Posteriormente, a Justiça determinou o pagamento de uma fiança de R$ 97 mil, equivalente a 60 salários mínimos, para que ela pudesse deixar o país.


Na terça-feira, a Justiça do Rio de Janeiro autorizou a devolução do passaporte e a retirada da tornozeleira eletrônica. Apesar da saída do Brasil, Agostina Páez continuará respondendo ao processo de injúria racial. A decisão foi tomada pela 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, com liminar expedida pelo desembargador Luciano Silva Barreto.


Em entrevista à imprensa local, a advogada manifestou arrependimento pelo episódio e pela forma como reagiu. O caso segue sob análise judicial, mantendo o acompanhamento das autoridades brasileiras. O caso continua em tramitação na Justiça do Rio de Janeiro com as próximas etapas previstas para os próximos meses.




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