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Petrobras parcela reajuste de 55% no querosene de aviação

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Petrobras parcela reajuste de 55% no querosene de aviação

A Petrobras anunciou o parcelamento do reajuste de quase 55% no preço do querosene de aviação para distribuidoras do setor aéreo comercial. A medida permite pagar 18% do aumento à vista e parcelar o restante em até seis vezes a partir de julho, com prazo de até três meses para o início das prestações.


O novo modelo de parcelamento visa aliviar o fluxo de caixa das empresas aéreas no curto prazo, funcionando como uma carência para o pagamento da diferença. O termo de adesão estará disponível no dia 6 de junho e terá validade retroativa ao início de abril, com possibilidade de oferta também nos meses de maio e junho.


A Petrobras avalia que a iniciativa ajudará a manter a saúde financeira dos clientes e a neutralidade diante da alta nas cotações internacionais do petróleo, que foram impulsionadas pelo conflito no Oriente Médio. O querosene de aviação tem reajuste mensal, e o índice de abril de 55% superou os aumentos anteriores, como os 9% de março e a queda de 1% em fevereiro.


A variação do preço acompanha a escalada do barril tipo Brent, referência global para o mercado de petróleo, que atualmente é negociado acima de US$ 100, ante cerca de US$ 70 antes das tensões geopolíticas. A instabilidade em rotas estratégicas como o Estreito de Ormuz afetou a oferta global do produto.


Na refinaria Abreu e Lima, em Ipojuca, o litro do querosene de aviação passou de R$ 3,49 para R$ 5,40. A Petrobras detém 85% da produção nacional desse combustível, que atua em um mercado aberto à concorrência e à importação.


O parcelamento do reajuste no querosene de aviação busca equilibrar o impacto financeiro para o setor aéreo diante do cenário internacional instável.




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