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Secretária de Educação de Goiás propõe reduzir dias letivos para aliviar carga dos professores

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Secretária de Educação de Goiás propõe reduzir dias letivos para aliviar carga dos professores

Fátima Gavioli Soares Pereira, secretária estadual de Educação de Goiás, afirmou que o aumento dos dias letivos de cerca de 180 para 200 dias não trouxe melhorias claras no aprendizado e pode ter contribuído para o adoecimento dos professores, com aumento dos afastamentos.


Estudos internacionais indicam que professores brasileiros enfrentam pressão, indisciplina e jornadas fragmentadas em mais de uma escola. O piso salarial nacional do magistério para 2026 foi fixado em R$ 5.130,63 para 40 horas semanais, com reajuste de 5,4%, mas o valor pago varia entre estados e municípios, e muitos docentes precisam de mais de um vínculo para complementar a renda.


Além do número de dias letivos, professores enfrentam turmas cheias, pouco tempo para planejamento e uma rotina que inclui atividades fora da sala de aula, como correção, reuniões e atendimento a famílias, que nem sempre são contabilizadas nas estatísticas oficiais.


O presidente do Conselho Estadual de Educação de Goiás, Jaime Ricardo Ferreira, destacou que o trabalho docente envolve muito mais do que o tempo em sala de aula, incluindo demandas administrativas e a necessidade de lidar com tecnologia, inclusão e mediação de conflitos, o que aumentou a complexidade da profissão sem suporte adequado.


Jaime também ressaltou que a escola passou a absorver demandas sociais além do ensino, o que contribui para a sobrecarga dos professores. A secretária Fátima Gavioli defende que o debate sobre a carga de trabalho docente deve incluir temas sociais como violência contra a mulher, equidade social e inserção de jovens no mercado de trabalho.




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