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Defesas se manifestam após relatório da CPMI do INSS

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Defesas se manifestam após relatório da CPMI do INSS

Após o relatório da CPMI do INSS recomendar o indiciamento de mais de 200 pessoas, algumas defesas se pronunciaram sobre as acusações. Entre os citados estão Fabio Luis Lula da Silva, Roberta Luchsinger, Bruno Salles e a deputada Maria Goretti Pereira.


A defesa de Fabio Luis Lula da Silva afirmou que o relatório tem caráter eleitoral e vulgariza a função de fiscalização do parlamento. O advogado Marco Aurélio de Carvalho destacou que não há nenhum elemento que justifique o indiciamento e que Fabio Luis não tem relação direta ou indireta com os fatos investigados pela CPMI.


A defesa de Roberta Luchsinger declarou que não existe nenhum elemento de materialidade para o pedido de indiciamento contra ela. Bruno Salles afirmou que prestou serviços regularmente ao INSS, recebeu os valores correspondentes e não repassou para terceiros, considerando qualquer outra conclusão como de cunho político.


A deputada federal Maria Goretti Pereira negou ter cometido irregularidades e afirmou confiar no esclarecimento dos fatos, ressaltando que ainda não foi chamada para prestar depoimento. O ex-ministro da Previdência e presidente do PDT, Carlos Luppi, declarou que vai aguardar a votação do relatório pela CPMI.


A defesa de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como o careca do INSS, optou por não se pronunciar. Ainda aguarda-se o posicionamento das defesas de Daniel Vorcaro, Maurício Camisotti e Alessandro Stefanutto, também incluídos no pedido de indiciamento da CPMI.


As manifestações das defesas marcam o início da fase de respostas após o relatório da CPMI do INSS ser divulgado ao público.




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