Publicidade

Luís Eduardo Magalhães cresce 50 vezes em PIB e se consolida como epicentro do agronegócio no Oeste da Bahia

evwbr.github.io
Luís Eduardo Magalhães cresce 50 vezes em PIB e se consolida como epicentro do agronegócio no Oeste da Bahia

O ciclo econômico no Oeste da Bahia começou há mais de quatro décadas com a abertura de lavouras nas terras arenosas do Cerrado, dando origem a uma nova fronteira agrícola no Brasil. O comércio, serviços, saúde e educação na região são consequências dessa produção primária, enquanto os empreendimentos agroindustriais crescem, dinamizando a economia local.


Luís Eduardo Magalhães, município que surgiu desse movimento, completou 26 anos de emancipação política e se tornou o epicentro do agronegócio regional. A cidade abriga eventos de grande alcance, como a feira agropecuária Bahia Farm Show, uma das maiores do país no setor.


O prefeito Junior Marabá destacou que a cidade cresce rapidamente, impulsionada pelo trabalho dos desbravadores do agronegócio que sempre reinvestiram na região. A população é formada por trabalhadores vindos de toda a Bahia e do Brasil, e o poder público investe em infraestrutura, educação e qualificação da mão de obra para acompanhar esse crescimento.


Desde a emancipação em 2000, quando tinha 18 mil habitantes, o município passou para mais de 118 mil habitantes, O PIB saltou de R$ 250 milhões para cerca de R$ 13 a R$ 14 bilhões, um crescimento superior a cinquenta vezes. Atualmente, existem mais de 25 mil empresas ativas, incluindo 11.355 Microempreendedores Individuais (MEIs). Em 2023, foram abertos mais de 4,7 mil novos negócios em diversos segmentos.


A economia local se diversifica com forte presença de atividades ligadas à logística, comércio e prestação de serviços. A produção agrícola está consolidada, e as agroindústrias representam um novo momento, agregando valor à produção, gerando empregos e impostos, além de promover a interiorização do desenvolvimento na Bahia.


A industrialização já ocorre para parte da produção de soja, destinada a óleo comestível e ração animal, e do milho para consumo humano. Também há beneficiadoras de algodão que separam sementes das fibras. Um projeto inovador é a cadeia integrada de suínos, que visa transformar milho e soja produzidos na região em proteína animal local, gerando valor agregado e milhares de empregos.




COMENTÁRIOS

Buscar

Alterar Local

Anuncie Aqui

Escolha abaixo onde deseja anunciar.

Efetue o Login

Baixe o Nosso Aplicativo!

Tenha todas as novidades na palma da sua mão.