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Matriz elétrica brasileira diversifica geração e reduz dependência de grandes hidrelétricas em 30 anos

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Matriz elétrica brasileira diversifica geração e reduz dependência de grandes hidrelétricas em 30 anos

Thiago Ivanoski, diretor de estudos econômico-energéticos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), apresentou o diagnóstico durante o.


Até o final dos anos 1990, o sistema elétrico brasileiro era baseado em grandes usinas hidrelétricas, complementadas por termoelétricas a óleo em períodos de seca e o início da geração nuclear.


Nos anos 2000, houve inserção da biomassa e aumento da capacidade térmica a gás natural, impulsionados pelo racionamento de energia de 2001.


A partir de 2010, a matriz elétrica expandiu as fontes eólica e solar, com a segurança do sistema sustentada pela base térmica a gás.


O planejamento atual do setor não prevê a construção de novos grandes reservatórios hídricos, focando em tecnologias de geração firme e descentralizada, como Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), biogás, biometano e hidrogênio.


Durante a transição energética, os combustíveis fósseis e a atuação dos produtores independentes de petróleo e gás continuam sendo base de sustentação do sistema.




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