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Conflito entre Israel, EUA e Irã agrava crise no Oriente Médio

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Conflito entre Israel, EUA e Irã agrava crise no Oriente Médio

Israel e Estados Unidos intensificaram ataques contra o Irã, atingindo 281 alvos de saúde, incluindo hospitais e clínicas. O Irã retaliou com mísseis contra Tel Aviv, o norte de Israel e países do Golfo, aumentando tensões na região.


O Irã lançou mísseis contra a capital israelense e o norte do país, além de atacar uma base militar norte-americana no Bahrein. Um militar dos Emirados Árabes Unidos morreu e outros ficaram feridos, alguns em estado grave. Esses eventos aumentam o receio de que os países do Golfo entrem no conflito ao lado dos Estados Unidos.


A instabilidade na região elevou o preço do barril de petróleo tipo Brent para acima de 100 dólares. Países como Índia, Filipinas e Eslovênia já enfrentam falta de combustível nos postos, enquanto no Chile motoristas correram para abastecer antes do aumento de preços. A crise energética reflete o impacto direto do conflito internacional.


Israel continua bombardeando o Líbano, onde mais de mil pessoas morreram e mais de um milhão ficaram desabrigadas. O ministro da Defesa israelense declarou a intenção de ocupar o sul do Líbano até o rio Litani para criar uma zona tampão defensiva. Desde março, Israel destruiu pontes e acelerou a demolição de casas em aldeias próximas à fronteira.


Historicamente, Israel já ocupou o sul do Líbano por 18 anos, entre 1982 e 2000, período que originou o Hezbollah, grupo classificado como terrorista por Israel e atualmente combatido no conflito. Essa situação complexa mantém a região em tensão elevada e com perspectivas incertas.


A situação no Oriente Médio segue em rápida evolução, com impactos diretos na segurança regional e no mercado global de energia.




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