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Mãe de Sara Freitas relata sonho premonitório e detalhes do relacionamento conturbado no júri do feminicídio

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Mãe de Sara Freitas relata sonho premonitório e detalhes do relacionamento conturbado no júri do feminicídio

Dolores Freitas Souza Lima afirmou que, cerca de dois meses antes do crime, teve um sonho em que via a filha sendo morta pelo próprio marido, Ederlan Santos Mariano, e que os outros dois acusados também apareciam na visão, aumentando sua preocupação com a segurança da filha.


A mãe detalhou que Sara e Ederlan se conheceram pelas redes sociais e que ele viajou até Fortaleza para conhecê-la. O relacionamento era marcado por conflitos, com relatos de consumo frequente de bebida alcoólica, uso de substâncias químicas e comportamento agressivo por parte de Ederlan.


Sara era a principal responsável pelo sustento da casa, trabalhando como cantora e vendendo produtos, além de receber ajuda de líderes religiosos, enquanto Ederlan enfrentava dificuldades profissionais e não aceitava buscar outra ocupação, o que gerava discussões frequentes.


Dolores relatou episódios de ameaça, incluindo a intenção do marido de comprar uma arma, crises de ciúmes, suspeitas de monitoramento que levaram Sara a trocar de celular, e um episódio em que a mãe foi embriagada sem consentimento e ameaçada após mencionar a possibilidade de chamar a polícia.


O júri popular ocorre no Fórum Criminal de Dias D’Ávila, com 17 testemunhas arroladas e três réus acusados de participação no feminicídio. O crime aconteceu em 24 de outubro de 2023, quando Sara foi atraída para um local sob pretexto de evento religioso, assassinada com 22 golpes de faca, e o corpo ocultado e queimado.




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