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Julgamento do caso Henry Borel é adiado após defesa abandonar plenário

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Julgamento do caso Henry Borel é adiado após defesa abandonar plenário

Sessão do Tribunal do Júri do Rio de Janeiro foi interrompida após defesa do ex-vereador deixar o plenário, resultando no adiamento do julgamento para 25 de maio e na soltura de Monique Medeiros.


O julgamento do caso Henry Borel, que envolve a morte do menino de 4 anos com sinais de agressão, foi iniciado com a formação do Conselho de Sentença e a leitura da denúncia. A defesa do ex-vereador pediu adiamento alegando dificuldades no acesso a provas, mas teve o pedido negado. Em seguida, os advogados anunciaram que deixariam o julgamento, o que impossibilitou a continuidade da sessão e levou à sua dissolução.


A juíza classificou a atitude da defesa como irregular e determinou que os advogados arcassem com os custos da sessão, além de encaminhar o caso para análise disciplinar. Com o adiamento, a magistrada entendeu que a manutenção da prisão de Monique Medeiros configuraria excesso de prazo, decidindo pela sua soltura imediata. Jairinho permanece preso.


Durante o processo, a defesa questionou a validade dos laudos periciais e levantou suspeitas sobre possíveis alterações nos documentos, além de sugerir que lesões poderiam ter sido causadas por manobras de reanimação no hospital. As autoridades responsáveis pela investigação afirmam que a criança chegou sem vida à unidade de saúde.


Após o adiamento, o pai do menino criticou a interrupção do julgamento, afirmando que isso aumenta o sofrimento da família e reforçou a cobrança por justiça. A nova data do julgamento foi marcada para 25 de maio, com o processo seguindo sob as determinações da Justiça e recursos previstos.




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