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Exames para câncer de intestino triplicam no SUS

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Exames para câncer de intestino triplicam no SUS

O número de exames para detecção precoce do câncer de intestino realizados pelo Sistema Único de Saúde triplicou na última década. A expansão inclui tanto a pesquisa de sangue oculto nas fezes quanto as colonoscopias, refletindo maior mobilização e conscientização no país.


Os exames de sangue oculto nas fezes aumentaram de cerca de 147 mil para mais de 3,3 milhões no SUS, enquanto as colonoscopias passaram de aproximadamente 261 mil para quase 640 mil no mesmo período. O crescimento expressivo desses procedimentos indica avanços nas estratégias de rastreamento e prevenção do câncer de intestino na rede pública.


Em 2025, o estado de São Paulo liderou o número de pesquisas de sangue oculto nas fezes, seguido por Minas Gerais e Santa Catarina. Já os menores números foram registrados no Amapá, Acre e Roraima, mostrando diferenças regionais na realização desses exames.


A campanha Março Azul tem sido fundamental para transformar o medo em atitude e esperança, incentivando mais pessoas a procurarem os serviços de saúde para realizar exames preventivos. O aumento nas colonoscopias e testes de rastreamento ocorre especialmente durante o mês de março, quando a mobilização é maior.


Casos públicos de pessoas famosas com câncer de intestino também têm ajudado a aumentar a conscientização. O diagnóstico e a trajetória da cantora Preta Gil, por exemplo, coincidem com o crescimento dos exames realizados no SUS, reforçando a importância da divulgação e do diálogo sobre sintomas e tratamento.


A prevenção e o diagnóstico precoce são essenciais para aumentar as chances de cura do câncer de intestino e devem ser incentivados em todo o país.




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