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Investigações apontam atuação de 'máfia do cigarro' em presídios do Rio de Janeiro

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Investigações apontam atuação de 'máfia do cigarro' em presídios do Rio de Janeiro

Presídios do Rio de Janeiro são alvo de investigações sobre uma organização criminosa que controla o comércio ilegal de cigarros dentro do sistema prisional, com envolvimento de policiais penais e servidores.


A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) conduz investigações que indicam a existência de uma 'máfia do cigarro' atuando em presídios do Rio de Janeiro, com participação de policiais penais. Relatórios apontam que o fornecimento de cigarros contrabandeados ou falsificados é controlado por um grupo de servidores, incluindo policiais penais ativos e inativos, que estabeleceram um monopólio dentro do sistema prisional.


Conflitos entre grupos rivais pelo controle do comércio ilegal teriam resultado em mortes, incluindo a do inspetor Bruno Kilier Fernandes, ocorrida em junho de 2023. A organização criminosa teria ligação com a contravenção que opera em Duque de Caxias, configurando uma das principais fontes financeiras do crime organizado no estado, envolvendo servidores, detentos, visitantes e criminosos externos.


Em novembro de 2025, servidores do Presídio Dr. Serrano Neves foram afastados após a apreensão de 800 maços de cigarros enviados a presos, enquanto outra apreensão de 110 maços ocorreu em uma cela do Instituto Penal Ismael Pereira Sirieiro, em Niterói. Ambos os casos estão sob investigação e sindicância.


As apurações continuam em andamento para identificar e responsabilizar os envolvidos na rede criminosa que opera dentro do sistema penitenciário fluminense.




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