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Pesquisa goiana em nanotecnologia promete combater fungo que pode destruir até 90% das plantações de soja

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Pesquisa goiana em nanotecnologia promete combater fungo que pode destruir até 90% das plantações de soja

O Brasil produz cerca de 170 milhões de toneladas de soja em uma única safra, com Goiás destacando-se como um dos estados mais relevantes, apresentando um valor bruto aproximado de R$ 38,9 bilhões na produção agrícola.


A ferrugem asiática, fungo que provoca manchas avermelhadas nas folhas e pode comprometer mais de 90% da plantação, é uma das principais ameaças à cultura da soja. O fungo se espalha pelo ar e pode atingir o caule, causando queda de produção e até a morte da planta.


O controle da doença envolve o cadastro das áreas produtivas junto à Agrodefesa e a adoção do vazio sanitário, período de cerca de três meses em que não pode haver cultivo de soja para evitar a contaminação por restos culturais que servem de hospedeiros para o fungo.


Pesquisadores da Universidade de Rio Verde desenvolvem nanotubos de carbono que aderem às folhas e liberam compostos de forma gradual, com o objetivo de encapsular fungicidas para aumentar a durabilidade e eficiência do controle da ferrugem.


Os testes em laboratório mostraram controle efetivo do fungo, enquanto os testes em campo ainda estão em andamento, apresentando resultados iniciais superiores aos métodos convencionais. A expectativa é que a tecnologia possa ser comercializada em alguns anos, após cerca de sete anos de pesquisa.




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